A recuperação clínica após uma lesão ou intervenção não é um processo linear nem se esgota no desaparecimento da dor. Existem fases particularmente sensíveis, em que a evolução funcional exige maior vigilância médica, respeito pelos tempos biológicos e decisões sustentadas na evidência científica.
Neste artigo, o Dr. Tiago Lopes(OM55177) analisa uma das etapas mais delicadas do processo de recuperação, explicando porque é que o risco de recaída aumenta precisamente quando os sintomas parecem melhorar e reforçando a importância de um acompanhamento médico individualizado para um regresso seguro à função.
Leia o artigo na íntegra na NiT, dia 16 de janeiro de 2026.