Aborda algumas das principais condições que podem afetar esta articulação, como o conflito femoroacetabular e as tendinopatias, bem como opções terapêuticas não cirúrgicas, incluindo abordagens ortobiológicas como PRP, ácido hialurónico e células estaminais derivadas do tecido adiposo.
No artigo de opinião o Prof. Doutor João Espregueira-Mendes e o Dr. Tomás Stuve, da Clínica Espregueira, destacam o papel central da anca no movimento, na estabilidade e na transmissão de força durante a prática desportiva.
Leia o artigo na íntegra na A Bola, dia 18 de agosto de 2026.